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Comissões debatem racismo ambiental e justiça climática

  • Foto do escritor: Frente Parlamentar Ambientalista
    Frente Parlamentar Ambientalista
  • 18 de ago.
  • 2 min de leitura
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As comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais da Câmara dos Deputados juntamente com o GT de Racismo Ambiental da Frente Parlamentar Mista Ambientalista, promovem, nesta terça- feira (19),uma audiência pública conjunta sobre racismo ambiental e justiça climática.


O debate foi solicitado pelo coordenador da Frente Ambientalista deputado Nilto Tatto ( PT-SP) e está marcado para as 10 horas, no plenário 2.


O deputado acredita que a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 30), que acontecerá em novembro, em Belém (PA), será importante para a definição de estratégias globais no enfrentamento aos eventos climáticos.


Mas ressalta que a pauta ambiental se estende para além dos aspectos de conservação e tem ganhado um local de participação das organizações da sociedade civil brasileira na luta contra o racismo ambiental e pela justiça climática.


Segundo Tatto, a Coalizão Negra por Direitos, uma rede composta por 290 organizações, tem atuado nas últimas edições da Conferência do Clima buscando promover o debate sobre racismo ambiental.

"No que tange à luta do movimento negro, a COP tem se tornado um espaço importante para visibilizar como as mudanças climáticas impactam desproporcionalmente as comunidades negras, historicamente marginalizadas e mais vulneráveis aos eventos extremos e à degradação ambiental", diz.


Tatto informa que o movimento irá cobrar a erradicação do racismo ambiental, com políticas que garantam acesso universal à moradia digna, à cidade, à terra, à água potável, ao saneamento básico, à alimentação saudável, e à proteção dos bens comuns, como águas e florestas.


"A participação ativa dessas organizações e movimentos é fundamental para garantir que as discussões e decisões da COP 30 incorporem a justiça climática, promovendo soluções equitativas e reconhecendo a intrínseca ligação entre a questão racial e a crise ambiental", afirma.


Fonte: Informações Agência Câmara de Notícias

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