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- Frente Parlamentar Ambientalista lança GT-Mar em live nesta quarta-feira (9)
(Brasília, 7 de junho de 2021) - A Frente Parlamentar Ambientalista vai promover uma live nesta quarta-feira (9) para lançar o Grupo de Trabalho para Uso e Conservação Marinha (GT-Mar). O evento será transmitido por meio dos canais do YouTube e do Facebook da Frente Ambientalista a partir das 19h. Além de falar sobre os trabalhos que serão realizados pelo GT, os participantes vão abordar também a importância e os cuidados que devemos ter com os oceanos. Estarão presentes no evento a Co-Fundadora da Liga das Mulheres pelos Oceanos e pós-doutoranda no Instituto Oceanográfico da USP, Leandra Gonçalves; o Oceanógrafo e Mestre em Sistemas Costeiros e Oceânicos pela UFPR, Bryan Müller; a Secretária Executiva do Painel Brasileiro para o Futuro dos Oceanos (Painel Mar), Adayse Bossolani; o pescador artesanal e Coordenador-Geral da Comissão Nacional e Fortalecimento das Reservas Extrativistas Costeiras e Marinhas (CONFREM), Flávio Diniz; o Diretor Fundador do Instituto Linha D'água, Felipe Leal; e o Diretor Geral da Oceana Brasil, Ademilson Zamboni. O Coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista do Congresso Nacional, o deputado federal Rodrigo Agostinho (PSB/SP), e o Coordenador do GT-Mar, o deputado federal Alessandro Molon (PSB/RJ), também participarão da live. LIVE: LANÇAMENTO GT-MAR DATA: 9 de junho (quarta-feira) HORÁRIO: 19H TRANSMISSÃO: Facebook da Frente Ambientalista Youtube da Frente Ambientalista Assessoria de Comunicação da Frente Parlamentar Ambientalista do Congresso Nacional
- Frente Ambientalista promove debate sobre Emenda Kigali em live nesta quarta-feira (2)
A Frente Parlamentar Ambientalista realizará uma live nesta quarta-feira (2), às 19h, para debater a importância da Emenda Kigali para o Brasil perante o contexto climático do planeta. EMENDA KIGALI - O QUE É A Emenda Kigali, em vigor em mais de 120 países desde 2019, define um cronograma de redução da produção e consumo de hidrofluorcarbonos (HFCs), substância usada em equipamentos de refrigeração e condicionadores de ar. PARTICIPANTES Foram convidados para o encontro a Diretora Executiva do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Teresa Liporace; o professor do Instituto Mauá de Tecnologia e Consultor do PNUD, Roberto de Aguiar Peixoto; o Presidente da ABRAVA, Arnaldo Basile; e o Diretor de Meio Ambiente da ABRAVA, Renato Giovani Cesquini. INFORMAÇÕES DA LIVE – EMENDA KIGALI DATA: 2 de junho (quarta-feira) HORÁRIO: 19H TRANSMISSÃO: • Canal do Youtube da Frente Parlamentar Ambientalista • Facebook da Frente Parlamentar Ambientalista Assessoria de Comunicação da Frente Parlamentar Ambientalista do Congresso Nacional
- Em live, Frente Ambientalista e Fundação SOS Mata Atlântica apresentam caminhos para restaurar Mata
Em live, Frente Ambientalista e Fundação SOS Mata Atlântica apresentam caminhos para restaurar Mata Atlântica (Brasília, 27 de maio de 2021) – A Frente Parlamentar Ambientalista do Congresso Nacional e a Fundação SOS Mata Atlântica promoveram na noite desta quarta-feira (26) uma live para discutir os dados de desmatamento da Mata Atlântica nos últimos anos e os esforços para recuperar e impedir retrocessos em sua proteção. O evento foi preparado como parte da programação da semana de Celebrações da Mata Atlântica, organizada pela Fundação SOS Mata Atlântica, em alusão ao dia do bioma, celebrado em 27 de maio. ATUAL CONTEXTO DA MATA ATLÂNTICA A Mata Atlântica abrange cerca de 15% do território nacional, em 17 estados. É o lar de 72% dos brasileiros e concentra 80% do PIB Nacional. Sem este bioma, a regulação do clima do planeta, as atividades de agricultura, de pesca e de energia elétrica e o abastecimento de água em todo país ficariam comprometidos. Mas, infelizmente, hoje restam apenas 12,4% da floresta que existia originalmente. Estudo realizado pela Fundação SOS Mata Atlântica e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) revelou que o desmatamento cresceu em 10 estados dos 17 que contam com o bioma, inclusive em alguns que a perda florestal se aproximava de zero (abaixo de 100 hectares). Além disso, o aumento em um ano, entre 2019 e 2020, ultrapassou 400% em São Paulo e no Espírito Santo. Esses dados constam no documento “Atlas da Mata Atlântica”, lançado no webinário “O Futuro da Mata Atlântica”. Durante a live, o Diretor de Conhecimento da Fundação SOS Mata Atlântica, Luís Fernando Guedes Pinto, apresentou os dados desse último estudo publicado pela organização. De acordo com o diretor, a equipe avaliou 87% do total do bioma. “A nossa análise é extremamente rigorosa. As imagens são interpretadas visualmente por tela de computador, revisada por dois analistas. E, além de rigorosa, a nossa análise é também conservadora, porque só enxergarmos desmatamentos e fragmentos acima de 3 hectares. É possível até que o desmatamento como um todo seja maior do que foi apresentado nesse atlas”, afirmou. Luís apresentou também os vetores que mais contribuem para esse quadro de degradação ambiental no bioma: a expansão agrícola e urbana e a especulação imobiliária nas grandes cidades e nas regiões litorâneas. ENORME DESAFIO Para o Coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista do Congresso Nacional, o deputado federal Rodrigo Agostinho (PSB/SP), recuperar a Mata Atlântica será um “grande desafio”, pois o bioma tem um elevado grau de fragmentação. “Existem diversas espécies confinadas em fragmentos e elas estão sendo mantidas com populações muito baixas. Infelizmente, elas não resistirão às mudanças climáticas. Muito provavelmente, a fauna e a flora serão varridas”, lamentou o coordenador. Por outro lado, Agostinho relembrou a importância da Mata Atlântica para a manutenção do país e também do planeta. “Estamos falando de um bioma que, mesmo com todas essas ameaças e reduções, mantém 5% de espécies vivas na Terra. Metade das espécies do Brasil está na Mata Atlântica e é onde habita 70% da população brasileira. O Dia da Mata Atlântica é uma data para repensar e começar com os dois pés na Década da Restauração. E que seja de forma inteligente, precisamos copiar a natureza, porque ela tem lições muito sábias”, finalizou. RESTAURAÇÃO De acordo com a Coordenadora Nacional pelo Pacto da Mata Atlântica, Ludmila Pugliese, a Década da Restauração é um grande reconhecimento diante da agenda de combate às crises climáticas, de biodiversidade e, inclusive, da pandemia. “Existe uma relação clara entre o desequilíbrio ambiental e o surgimento de doenças. Esse momento chega para somar com diversas outras iniciativas globais, como a COP do Clima e a COP da Biodiversidade”, afirmou Ludmila. Ainda durante sua fala, a coordenadora pontuou que a restauração promove melhorias além do contexto ambiental. “Ela traz benefícios socioeconômicos também, porque permite a melhoria na qualidade de vidas das pessoas, sobretudo as que moram no campo, e que se beneficiam dos serviços ecossistêmicos”. Ludmila também lembrou que alguns estudos mostram que o Brasil é um “cenário principal na restauração global”, já que possui dois hotspots (Mata Atlântica e Cerrado) – áreas de grande diversidade de espécies de flora e fauna, mas que, ao mesmo tempo, estão ameaçadas de extinção. AUSÊNCIA DE LIDERANÇA Para a Coordenadora Nacional pelo Pacto da Mata Atlântica, temos instrumentos políticos que podem viabilizar isso, mas ainda falta “liderança” no Brasil. “A governança depende de estratégia, monitoramento e liderança. No Brasil, a gente conseguiu ver que temos conhecimento, tecnologias e capacitação. Temos recursos para financiar a restauração. Então faltam liderança e engajamento”, completou. Presente também na live, o Coordenador Geral da Rede de ONGs da Mata Atlântica, João de Deus Medeiros, também lamentou o atual contexto político perante as pautas ambientais. ”Do ponto de vista de políticas públicas, a gente tem assistido nos últimos anos uma sequência de ameaças que nos deixam preocupados. A gente vê que essas medidas procuram relativizar a legislação de proteção, inclusive a própria Lei da Mata Atlântica”. “O trabalho que a gente procura fazer, por meio das mobilizações das organizações voltadas para a defesa da Mata Atlântica, é exatamente a aplicação de políticas públicas mais consequentes e que garantam a conservação do que sobrou desse patrimônio nacional”, afirmou João. ESPERANÇA A última participante da live, a Diretora de Políticas Públicas da Fundação SOS Mata Atlântica, Malu Ribeiro, fechou o evento com uma mensagem otimista. “Nós queremos devolver o verde da nossa bandeira, devolver para o nosso país. E, quando a gente fala isso, não significa apenas devolver a qualidade de vida e a segurança que precisamos para a emergência climática. Mas, sobretudo, devolver o verde da esperança para os corações dos povos da Mata Atlântica”. Malu acredita também na força que as organizações da sociedade civil têm diante das agendas estratégica e eleitoral do Brasil. “Eu tenho certeza que as ONGs saberão incluir a Mata Atlântica na agenda política, na campanha dos candidatos que são amigos do meio ambiente e que defendem a pauta coletiva. Conhecemos as dificuldades, mas queremos ecoar a nossa resistência no Congresso Nacional”. PARTICIPANTES Participaram da live a Diretora de Políticas Públicas da Fundação SOS Mata Atlântica, Malu Ribeiro; o Coordenador Geral da Rede de ONGs da Mata Atlântica (RMA), João de Deus Medeiros; o Diretor de Conhecimento da Fundação SOS Mata Atlântica, Luís Fernando Guedes Pinto; e a Coordenadora Nacional pelo Pacto da Mata Atlântica, Ludmila Pugliese. O evento também contou com a presença de parlamentares que integram a Frente Parlamentar Ambientalista do Congresso Nacional: o Coordenador da Frente, o deputado federal Rodrigo Agostinho (PSB/SP); o deputado federal NiltoTatto (PT/SP); e a deputada federal Fernanda Melchionna (Psol/RS). Para conferir a live, acesse o canal do YouTube da Frente Parlamentar Ambientalista. Assessoria de Comunicação da Frente Parlamentar Ambientalista do Congresso Nacional
- Frente Parlamentar Ambientalista e Fundação SOS Mata Atlântica promovem live para debater o atual co
Frente Parlamentar Ambientalista e Fundação SOS Mata Atlântica promovem live para debater o atual contexto da Mata Atlântica (Brasília, 24 de maio de 2021) - Para abordar os dados de desmatamento da Mata Atlântica nos últimos anos e os esforços para recuperar e impedir retrocessos em sua proteção, a Frente Parlamentar Ambientalista e a Fundação SOS Mata Atlântica vão promover uma live nesta quarta-feira (26), às 19h. O evento faz parte da semana de celebrações do bioma, organizada pela própria Fundação SOS Mata Atlântica. A Mata Atlântica abrange cerca de 15% do território nacional, em 17 estados. É o lar de 72% dos brasileiros e concentra 80% do PIB Nacional. Sem esse bioma, a regulação do clima do planeta, as atividades de agricultura/pesca/energia elétrica e o abastecimento de água do país ficariam comprometidos. Mas, infelizmente, hoje restam apenas 12,4% da floresta que existia originalmente. Para conversar sobre o assunto, foram convidados para a live: a Diretora de Políticas Públicas da Fundação SOS Mata Atlântica, Malu Ribeiro; o Coordenador Geral da Rede de ONGs da Mata Atlântica (RMA), João de Deus Medeiros; o Diretor de Conhecimento da Fundação SOS Mata Atlântica, Luís Fernando Guedes Pinto; e a Coordenadora Nacional pelo Pacto da Mata Atlântica, Ludmila Pugliese. O evento também contará com a participação de parlamentares que integram a Frente Parlamentar Ambientalista do Congresso Nacional. INFORMAÇÕES: LIVE - DIA DA MATA ATLÂNTICA DATA: 26 de maio (quarta-feira) HORÁRIO: 19H TRANSMISSÃO: • Youtube da Frente Ambientalista: • Facebook da Frente Ambientalista Assessoria de Comunicação da Frente Parlamentar Ambientalista do Congresso Nacional
- FRENTE AMBIENTALISTA ELENCA DESAFIOS DA COP 15 DA BIODIVERSIDADE
(Brasília, 21 de maio de 2021) – A Frente Parlamentar Ambientalista realizou uma live nesta semana para debater a importância da COP 15 da Biodiversidade, prevista para outubro deste ano, em Kunming, na China, e as expectativas com a participação do Brasil neste evento global. A Convenção da Biodiversidade (CDB) foi acordada na Cúpula da Terra no Brasil, em 1992, com três objetivos: a conservação da biodiversidade, o uso sustentável de seus componentes e a repartição justa dos benefícios decorrentes do uso dos recursos genéticos. VISÃO DO COORDENADOR DA FRENTE AMBIENTALISTA Durante a live, o coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista do Congresso Nacional, o deputado federal Rodrigo Agostinho (PSB/SP), afirmou que a COP 15 será um “desafio enorme para o Brasil”. “O Brasil é um dos países com maior biodiversidade do mundo, com seis biomas riquíssimos, e ainda tem um sistema costeiro marinho extenso. Mas, por outro lado, é o que mais destrói e desmata. Nenhum país está destruindo tanta floresta tropical como o Brasil”, declarou o parlamentar. O coordenador disse, ainda, que o Brasil terá que usar a criatividade para poder enfrentar a perda da biodiversidade. “Temos muitas espécies sendo mantidas com estoques populacionais baixos. Se as mudanças climáticas vierem na velocidade que estamos esperando, teremos uma perda de biodiversidade altíssima”, finalizou. CONVIDADOS DA LIVE COP 15 DA BIODIVERSIDADE Estavam também presentes na live a pesquisadora do Museu Paraense Emílio Goeldi, Dra. Ima Vieira; o professor titular de Ecologia na Universidade de São Paulo (IB/USP), Dr. Jean Paul Metzger; a gerente para Políticas Públicas e Relações Governamentais na The NatureConservancy Brasil, Dra. Karen Oliveira; e o professor titular de Ecologia Vegetal do IB/UNICAMP, professor Dr. Carlos Joly. PREOCUPAÇÃO: CONTEXTO BRASILEIRO Para o professor titular de Ecologia Vegetal do IB/Unicamp, o Dr. Carlos Joly, o Brasil avançou muito pouco ao longo dos últimos anos diante do tema “biodiversidade”. “O desmatamento e a perda de habitat, por exemplo, continuam crescendo. Muitos pesquisadores da área até consideram que estamos vivendo uma sexta extinção em massa”, afirmou o docente. O professor Joly reforçou que o Brasil vai precisar adotar posições claras e estabelecer estratégias a longo prazo. Presente também no encontro, a pesquisadora do Museu Paraense Emílio Goeldi, Dra. Ima Vieira, relembrou os constantes ataques aos territórios dos povos indígenas e tradicionais. “Agora não temos ataques somente às terras não destinadas, mas também grilagens em terras destinadas. É muito preocupante em termo de proteção da biodiversidade se essas áreas continuarem sofrendo esses ataques sistemáticos”. SOLUÇÕES BASEADAS NA NATUREZA Já o professor titular de Ecologia na Universidade de São Paulo (IB/USP), Dr. Jean Paul Metzger, destacou a importância de apresentar na COP 15 “soluções baseadas na natureza”. “Eu acredito que as melhores soluções são aquelas que apresentam múltiplos benefícios, que possam propiciar a conservação ou resgate da biodiversidade. E essas soluções devem ser efetivas, baratas e resilientes, e principalmente baseadas na natureza, o que significa desde a criação de um telhado verde até a restauração de amplas áreas”, disse o professor. COP 15 E A PANDEMIA A gerente para Políticas Públicas e Relações Governamentais da The NatureConservancy Brasil, Dra. Karen Oliveira, demonstrou preocupação com a realização do evento durante a pandemia. Ela acredita que isso pode restringir o foco nos governos. “Isso por si só gera incerteza no processo de negociação, porque justamente essa participação e diálogo, essa troca, que é importante dentro das conferências internacionais e que geram compromissos globais, está comprometida por não termos a certeza de como irão encaminhar as negociações por lá”, afirmou Karen. Assista, na íntegra, a live no canal do YouTube da Frente Parlamentar Ambientalista. Assessoria de Comunicação da Frente Parlamentar Ambientalista do Congresso Nacional
- Frente Ambientalista promove live sobre a COP 15 da Biodiversidade nesta quarta-feira (19)
(17 de maio de 2021) - Marcada para outubro deste ano (11 a 24), a COP 15 da Biodiversidade será realizada na cidade de Kunming, na China. Para falar sobre esse encontro internacional tão aguardado e a participação do Brasil nele, a Frente Parlamentar Ambientalista vai promover uma live nesta quarta-feira (19). MAS VOCÊ SABE O QUE É COP DA BIODIVERSIDADE? Em 1992, a Convenção da Biodiversidade (CDB) foi acordada na Cúpula da Terra no Brasil com três objetivos: a conservação da biodiversidade, o uso sustentável de seus componentes e a repartição justa dos benefícios decorrentes do uso dos recursos genéticos. CONTEXTO DO BRASIL O Brasil é um dos países com maior biodiversidade do mundo, com biomas riquíssimos – Cerrado e Mata Atlântica. Por outro lado, estamos entre os lugares que mais destroem a vegetação nativa do mundo. Então, o que esperar dessa edição da COP? O que está em jogo? Como o Brasil está se preparando? Para saber mais, participe! INFORMAÇÕES DA LIVE DATA: 19 de maio (quarta-feira) HORÁRIO: 19H ONDE ASSISTIR: • YOUTUBE DA FRENTE AMBIENTALISTA • FACEBOOK DA FRENTE AMBIENTALISTA Estarão presentes a pesquisadora do Museu Paraense Emílio Goeldi, Dra. Ima Vieira; o professor titular de Ecologia na Universidade de São Paulo (IB/USP), Dr. Jean Paul Metzger; a gerente para Políticas Públicas e Relações Governamentais na The Nature Conservancy Brasil, Dra. Karen Oliveira; a especialista sênior em Políticas Públicas do Observatório do Clima, Suely Araújo; e o professor titular de Ecologia Vegetal do IB/UNICAMP, professor Dr. Carlos Joly. Assessoria de Comunicação da Frente Parlamentar Ambientalista
- Dia Mundial da Reciclagem: 10 dicas para adotar no dia a dia e contribuir com a saúde do planeta
(17 de maio de 2021) - O data de 17 de maio foi instituída pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) como o Dia Mundial da Reciclagem. O objetivo é alertar a população mundial sobre a importância de fazer o descarte correto e refletir sobre as formas de consumo. O QUE É A RECICLAGEM De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), a reciclagem é o processo de transformação dos resíduos sólidos que envolve a alteração de suas propriedades físicas, físico-químicas ou biológicas, com vistas à transformação em insumos ou novos produtos. 10 DICAS PARA CONTRIBUIR COM A RECICLAGEM Para o dia de hoje selecionamos 10 dicas para adotar no dia a dia e contribuir com a saúde do planeta. São elas: 1. Antes de depositar os materiais secos na lixeira, retire os resíduos de dentro (sobras). Isso facilita o processo da reciclagem do material; 2. Tenha em casa uma lixeira para descartar os resíduos orgânicos e outra para o lixo seco; 3. Amasse as garrafas pet e latinhas antes de descartá-las. Isso permite que a lixeira comporte uma quantidade maior de materiais; 4. Rasgue os papéis ao invés de amassá-los quando fizer o descarte desse material; 5. Reutilize embalagens de vidro para acondicionar temperos, chás, entre outros produtos; 6. Resíduos considerados 'perigosos' não devem ser descartados em lixeiras comuns. Exemplo: pilhas, frascos/cartelas de remédios e lâmpadas; 7. Retire o máximo de pasta de dente do tubinho antes de descartá-lo. Ele deve ser depositado no lixo seco; 8. Transforme o seu lixo orgânico em adubo: crie ou compre uma composteira; 9. Caixas de sapato, de papelão e pallets podem ser usados como organizadores de objetos; 10. Reutilize tudo o que puder ao invés de descartar. Faça parte dessa transformação! Assessoria de Comunicação da Frente Parlamentar Ambientalista
- FRENTE AMBIENTALISTA SOLICITA RETIRADA DO PL QUE FLEXIBILIZA LICENCIAMENTO AMBIENTAL NO PAÍS
(Brasília, 11 de maio de 2021) - Após análise do novo substitutivo do Projeto de Lei 3.729/2004, que flexibiliza o licenciamento ambiental no país, a Frente Parlamentar Ambientalista do Congresso Nacional solicita retirada de pauta do projeto, previsto para ser votado nesta terça-feira (11) na Câmara dos Deputados. Entende-se que é extremamente necessário levá-lo para discussões mais aprofundadas antes de uma apreciação em plenário. O referido projeto não apresenta qualquer avanço nas pautas de enfrentamento da emergência climática e está completamente desconectado dos biomas e da gestão integrada. Se aprovado, o país perderá a oportunidade de inovar por meio da avaliação ambiental estratégica, do Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE) e da análise integrada. Além disso, poderá enfraquecer a segurança jurídica e a judicialização desse importante instrumento ambiental. Diferente do que foi justificado no projeto, o Licenciamento Ambiental não é um obstáculo para o crescimento econômico do país. Muito pelo contrário: ele serve para planejar da melhor maneira possível um empreendimento a partir da análise dos contextos social, ambiental e econômico. Em 2019, o Brasil presenciou um exemplo claro da importância de aprimorar o Licenciamento Ambiental no Brasil, quando a barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, foi rompida. O modelo atual do PL é ameaçador e oferece riscos ao meio ambiente e às populações. Não podemos reviver novos episódios de grandes impactos socioambientais no país. A etapa de prevenção é fundamental. Frente Parlamentar Ambientalista do Congresso Nacional
- LIVE: Frente Ambientalista discute a contaminação da água por agrotóxicos nesta quarta-feira (12)
(Brasília, 10 de maio de 2021) - A Frente Parlamentar Ambientalista promove nesta quarta-feira (12) uma live para debater a contaminação da água por agrotóxicos e os impactos no meio ambiente e na saúde das pessoas Estarão presentes no evento o Coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista, o deputado federal Rodrigo Agostinho; a pesquisadora da Fiocruz (MS), Fernanda Savicki; a Procuradora Regional da República (MPF), Sandra Akemi; a docente do Instituto de Biociências da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Alexandra Penedo; e a pesquisadora da Embrapa Pantanal e Assessora Técnica do MPF, Débora Calheiros. Seguem abaixo as informações para você acompanhar a live: DATA: 12 de maio (quarta-feira) HORÁRIO: 19H ONDE ASSISTIR: • Canal YouTube da Frente Ambientalista; • Facebook da Frente Ambientalista. Assessoria de Comunicação da Frente Parlamentar Ambientalista
- PEC do Clima: Frente Ambientalista debate inclusão da segurança climática na Constituição
(Brasília, 06 de maio de 2021) - Coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista, o deputado federal Rodrigo Agostinho (PSB-SP) demonstrou preocupação com os efeitos das mudanças climáticas para o Brasil nos próximos anos. O parlamentar é o autor da PEC do Clima, proposta que tem como objetivo inserir a segurança climática na constituição brasileira. Na prática, o deputado quer que brasileiros tenham direito a um clima mais seguro. Na avaliação de Agostinho, os danos e riscos relacionados às mudanças climáticas são de todos e representam um dos maiores desafios para a preservação e sobrevivência das espécies no planeta. O parlamentar alega que é preciso manter os ecossistemas adaptados à mudança do clima para que se assegure a produção de alimentos e o desenvolvimento econômico sustentável, conforme mencionado no Acordo de Paris. “A proteção ao meio ambiente ecologicamente equilibrado e saudável já está clara no artigo 5º Constituição. A agenda climática precisa estar expressa também. O Brasil tem que reconhecer que a mudança do clima é uma preocupação comum. Todos os países já adotam medidas para enfrentar esse problema. Isso deve ser nossa responsabilidade também”, assinalou o deputado. “Com a alteração do clima, vamos ter uma perda significativa de biodiversidade. As nossas florestas vão perder a capacidade de evapotranspiração, os períodos de seca serão mais longos, haverá mais incêndios florestais e também o aumento do nível do mar”, lamentou o coordenador. Endossam a proposta de Agostinho parlamentares de diversos partidos. Os apoios vão do vice-presidente da Câmara dos Deputados, Marcelo Ramos até a coordenadora da Frente Parlamentar Indígena, Joenia Wapichana. Tabata Amaral, Alessandro Molon, Arnaldo Jardim, Camilo Capiberibe, Célio Studart, Daniel Coelho, Enrico Misasi, Nilto Tatto, Raul Henry, Túlio Gadêlha, Zé Silva e Zé Vitor também apóiam a iniciativa. A proposta está em fase de coleta de assinaturas de apoio. Para iniciar sua tramitação, a PEC precisa da adesão de 171 dos 513 deputados. Assessoria de Comunicação da Frente Parlamentar Ambientalista
- CPI do Óleo: Rodrigo Agostinho apresentará relatório paralelo
(Brasília, 4 de maio) – “O governo fez de tudo para sepultar de vez a CPI do Óleo. E conseguiu”. Diante de mais um atentado contra o meio ambiente, o coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista do Congresso Nacional, deputado Rodrigo Agostinho (PSB-SP) não escondeu a sua insatisfação durante a reunião sobre a CPI que investigava as causas e os responsáveis pelo maior desastre ambiental na costa brasileira. Instalada em 2019, a CPI encerrou em abril deste ano por “perda de prazo de renovação”, conforme foi divulgado pela imprensa. Mas não faltaram ações para impedir o encerramento da comissão. “Eu fui autor do último requerimento para prorrogar a CPI, mas o presidente da Câmara só colocou em votação um dia depois de ter vencido o prazo, quando já não cabia mais a prorrogação de prazo”, lamenta Agostinho. RELATÓRIO PARALELO Infelizmente, o coordenador acredita que a CPI não será reinstalada na Câmara dos Deputados. Mas afirmou que já há uma mobilização para não deixar este caso enterrado. “Estamos trabalhando com a perspectiva de ter um relatório paralelo para enviar ao Tribunal de Contas da União e para a Procuradoria Geral da República, porque entendemos que ainda tem muita coisa para ser esclarecida”. A intenção é que o relatório seja analisado também pela Academia e pela sociedade. DESPREPARO No começo da oitiva, houve muitos relatos sobre a demora e falta de preparo para a condução das limpezas na costa nordestina: as prefeituras não sabiam o que fazer com o óleo retirado das praias e não teve uma boa gestão para disponibilizar os equipamentos de segurança necessários para aqueles que trabalharam nas orlas. A esperança, agora, está na criação desse relatório paralelo. Não podemos esquecer desse desastre ambiental, é preciso nomear os responsáveis por isso e criar estratégias para enfrentar novos episódios, caso ocorram. Fonte: Assessoria de Comunicação/Frente Parlamentar Ambientalista
- A Reforma Administrativa e os impactos sobre o Meio Ambiente PEC 32/2020
🔴 Transmissão Ao Vivo Data: 28/04/2021 Horário: Às 19h Quarta-Feira ⭕ Nas Redes Sociais da Frente Parlamentar Ambientalista YouTube: ⤵️ https://youtu.be/OjES4oVJE1k Facebook: ⤵️ https://www.facebook.com/frenteparlamentarambientalista/live/ Foram Convidados: ▪️Deputado Federal Nilto Tatto (PT/SP) ▪️ Tânia Maria de Souza Diretora geral da Associação de Servidores do Ministério do Meio Ambiente ▪️ Denis Rivas Presidente da ASCEMA Nacional ▪️Gustavo Luedemann Pesquisador na COSAM/DIRUR/IPEA ▪️ Ana Karine Professora adjunta CDS/UnB 🌿 Sua participação é fundamental.











