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- Frente Ambientalista apresenta balanço anual de suas ações
Evento também contou com lançamento de livro de João Paulo Ribeiro Capobianco Finalizando oficialmente os trabalhos de 2021, a Frente Parlamentar Ambientalista promoveu hoje (15/12) evento de apresentação do Balanço Anual e o lançamento do Livro "Amazônia, uma década de esperança”. Como participantes estavam o secretário-executivo da Frente Ambientalista, Mário Mantovani, o Coordenador da Frente Ambientalista na Câmara, deputado Rodrigo Agostinho (PSB-SP), o Coordenador da Frente Ambientalista no Senado, senador Fabiano Contarato (PT-ES), o representante do IDS – Instituto de Desenvolvimento e Sustentabilidade, André Lima e o autor do livro lançado, João Paulo Ribeiro Capobianco. Rodrigo Agostinho enfatizou que a Frente Parlamentar Ambientalista produziu mais de 100 eventos online ao longo do ano, em resposta ao distanciamento físico ainda causado pela pandemia. O deputado afirmou que foi feito um grande esforço para mostrar à sociedade o que estava acontecendo no Congresso, publicizando todas as ações. “Não foi um ano de produção, do ponto de vista de se ter aprovado muitas leis, muitos projetos, mas, por outro lado, a gente conseguiu segurar muito retrocesso e garantir que a população entendesse de fato o que estava acontecendo aqui dentro”, avaliou. O senador Fabiano Contarato refletiu que está sendo um ano muito difícil em todas as áreas, mas que existe um agravamento na pauta ambiental. Segundo ele, isso se dá “porque estamos num momento de um governo extremamente negacionista que enfraquece os órgãos de fiscalização”. Contarato pontuou que, quanto à ação parlamentar, ir à COP (Conferência das Partes) e fazer discurso não é o suficiente. “O mundo está de olho. É necessário que nós, parlamentares, tenhamos a humildade em fazer o papel de defesa intransigente de um meio ambiente ecologicamente equilibrado como direito constitucional”, alertou. André Lima comentou sobre a atuação conjunta da Frente com outros órgãos da sociedade civil, citando a importância das organizações parceiras. “É como se fosse um ecossistema integrado de apoio e que se apoia, também, na Frente”, afirmou. Ele relembrou a adaptação ao mundo digital que muitos fizeram por conta da pandemia, trazendo o conceito de “Cyberadvocacy”. Segundo ele, este é um trabalho de incidência nas mídias sociais, e explicou: “A gente tem dificuldade para colocar 1000 pessoas presencialmente aqui na Esplanada, mas conseguimos três milhões de visualizações na Campanha da PEC do Clima e 10 mil assinaturas em três meses. Claro que a pandemia é uma grande tristeza para todos nós, mas, ao nos adaptarmos a ela, isso acabou gerando novas oportunidades de incidência que chegou para ficar”. Para Mário Mantovani, o que a Frente conseguiu fazer, dentro de um contexto pandêmico, foi “impensável”. “Eu não acredito que tenha tido alguma outra Frente Parlamentar que teve mais atividade.”, acrescentou. Ele afirmou que o meio ambiente nunca foi tão agredido na história e, assim, a Frente Parlamentar Ambientalista nunca ganhou tanta responsabilidade e enfrentamento como hoje. “Eu acredito que o trabalho que ela construiu nesse tempo vai ser o capital que a gente precisa para um processo eleitoral como o que está vindo. Para ser colocado como reconhecimento e um ponto de partida para a próxima legislatura”, concluiu. Amazônia, uma década de esperança Em sua fala, João Paulo Ribeiro Capobianco afirmou ser muito positivo lançar um livro em um ambiente como o evento da Frente. O conteúdo da obra é fruto da tese de doutorado de Capobianco. e, segundo ele, a ideia do livro é dar mais visibilidade para uma questão absolutamente fundamental: é perfeitamente possível controlar o desmatamento no Brasil. “O Brasil sabe, e já fez, um esforço bem-sucedido contra o desmatamento. Esse é um ponto central que nós temos sempre que recuperar e divulgar. Os brasileiros precisam saber disso, que o desmatamento não é algo inevitável. O desmatamento não é consequência, como alguns dizem, da dimensão continental da Amazônia. Não é verdade.”, acrescentou. Em seu livro, Capobianco descreve com detalhes como as políticas públicas foram definidas, organizadas e implementadas entre os anos de 2004 e 2014 e quais foram os seus reflexos sobre os atores envolvidos, a economia, a opinião pública, os meios de comunicação e a esfera política na Amazônia. Segundo o autor, a obra busca demonstrar que há “luzes de esperança” quando se tem uma conjunção de esforços coordenados mitigando intervenções do Estado, em sintonia com a sociedade civil, nas políticas de preservação da cobertura florestal na região Amazônica brasileira.
- Frente Ambientalista discute perspectivas do legislativo pós-COP26
Nesta quarta-feira (01/12), às 19h, a Frente Parlamentar Ambientalista promoverá live para debater as perspectivas do Legislativo após os acordos e compromissos firmados na COP26. Como participantes estarão: o coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista na Câmara, Rodrigo Agostinho (PSB-SP), Nito Tatto (PT-SP), Marina Marçal (iCS), Mário Mantovani (SOS Mata Atlântica) e Alessandro Molon (PSB-RJ). Participe! Trasmissão pelos canais da Frente Ambientalista no Youtube e no Facebook Youtube: https://youtu.be/RioibsUEnR4 Facebook: https://www.facebook.com/ambientalfrente 🌿 Sua presença é fundamental.
- Nesta quinta, parlamentares e especialistas discutem os desafios do Brasil na gestão ambiental local
Transmissão Ao Vivo Data: 28/10 Quinta-feira Horário: 19h às 20:30 A relação entre o Poder Legislativo e o Poder Executivo deve ser harmônica, de forma que, os legisladores e o gestor público atuem na integração para estabelecer políticas públicas que beneficie a população. A convergência entre os poderes constituídos, a sociedade civil, terceiro setor é o tripé para o desenvolvimento sustentável. Dessa forma, é importante fortalecer os meios representativos da população, como conselhos, fóruns e Câmaras de Vereadores, estes últimos – são os que analisam e votam os projetos que serão transformados em leis, gerando políticas públicas para a promoção do bem-estar social, econômico e ambiental. Em sintonia com dimensão do FBGA – Forum Brasil de Gestão Ambiental, a ANAMMA e a Frente Parlamentar Ambientalista de Vereadores promovem este importante webinar para dialogar sobre os principais desafios do Brasil para o próximo ano, em especial na governança ambiental local. Webinar Nas Redes Sociais da Frente Parlamentar Ambientalista dos Vereadores do Brasil YouTube: https://youtu.be/NGWotWEroHs Facebook: https://www.facebook.com/fpadosvereadoresdobrasil Conheça os (as) nossos participantes : ▪️ Marçal Cavalcanti Presidente da ANAMMA Brasil ▪️ Marcelo Marcondes Diretor de Relações Internacionais da ANAMMA | Reitor do Instituto ANAMMA ▪️ Dra. Andrea Struchel Diretora Jurídica da ANAMMA Brasil ▪️ Mário Mantovani Diretor de Relações Institucionais da ANAMMA Brasil ▪️ Moacir Arruda Diretor de Unidade de Conservação e Educação Ambiental da ANAMMA Brasil Vereadores: ▪️ Marquito, Vereador de Florianópolis-SC Coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista dos Vereadores do Brasil ▪️ Gabriel Aguiar Vereador de fortaleza - CE ▪️ Vinicius Parracho Vereador de porto seguro - BA ▪️ Maria Mariguela Vereadora de Salvador- BA ▪️ Kalito Stoeckl Vereador do Foz do Iguaçu - PR Fale conosco: imprensa@anamma.org.br Acesse: www.anamma.org.br
- COP26: nesta sexta, ambientalistas e parlamentares discutem as oportunidades para Brasil e o Piauí
Na próxima sexta-feira, dia 22/10, às 14h, ocorrerá no Piauí mais um de uma série de debates estaduais online sobre o clima, promovidos pela Frente Ambientalista. A Live “Conferência do Clima COP 26 – Implicações para o Brasil e o Piauí” contará com a presença de especialistas em questões ambientais e de parlamentares da Frente Ambientalista Nacional e do Piauí. A transmissão acontecerá no canal do youtube e Facebook da Frente Parlamentar Ambientalista e do deputado. O objetivo do evento é trazer as diversas esferas da sociedade para o debate, discutindo contribuições possíveis a todos os cidadãos, não apenas àqueles presentes nos círculos de discussões ambientais. Além disso, a Live abordará quais seriam as ações necessárias para redução de riscos e oportunidades de adaptação quanto às mudanças climáticas. 🔹 Live – Conferência do Clima COP 26 – Oportunidades para o Brasil e a para o Piauí 🔹 Dia 22/10 – Sexta-feira 🔹 14h – Horário de Brasília 🔹 Transmissão pelo Facebook e no Youtube da Frente Parlamentar Ambientalista Nacional e Facebook do deputado Ziza Carvalho.
- COP26: amanhã, ambientalistas e parlamentares discutem as oportunidades para o Brasil e a Paraíba
Amanhã, dia 19/10, às 15h, será promovida a Live “Conferência do Clima COP 26 – Oportunidades para o Brasil e a Paraíba”, uma parceria entre a Frente Parlamentar Ambientalista Nacional e da Paraíba. Ela contará com a presença de especialistas em questões ambientais e de parlamentares da Frente. A transmissão será feita no Facebook da Frente Ambientalista Nacional e no Facebook/Youtube da Frente paraibana. possíveis a todos os cidadãos, não apenas àqueles presentes nos círculos de discussões ambientais. Além disso, a live abordará quais seriam as ações necessárias para redução de riscos e oportunidades de adaptação quanto às mudanças climáticas. Mas… o que significa “adaptar” e “mitigar”? Segundo Sérgio Xavier, articulador político no Centro Brasil no Clima (CBC), mitigar é reduzir riscos, prevenindo-se contra as mudanças climáticas, reduzindo emissões e poluição. Já a adaptação diz respeito a uma atuação corretiva criando, por exemplo, construções mais resistentes a chuvas extremas. “É planejar as grandes cidades para absorver grandes quantidades de chuva […] é realmente atuar já fazendo alterações práticas na infraestrutura para que as cidades e as comunidades humanas possam ter maior condição de enfrentar eventos extremos.”. A COP 26 E OS INTERESSES DO BRASIL NO EVENTO Como consta do título do debate, a COP26 é fio condutor dos assuntos presentes durante a live. Ela é uma Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas e está em sua 26ª edição. O evento ocorrerá em Glasgow, na Escócia, entre 31 de outubro e 12 de novembro de 2021 e reúne todos os países signatários da Convenção–Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, motivo pelo qual é chamada COP – Conferência das Partes. Sérgio a define como um encontro estratégico que visa diminuir as emissões de carbono, além de evitar o aquecimento do planeta e que ele tenha problemas muito graves de eventos extremos como chuva, inundação, elevação do nível do mar, derretimento de geleiras etc. E por que os brasileiros devem estar atentos a ele? “O Brasil tem um potencial muito grande de ter benefícios com investimentos no rumo da economia de baixo carbono, no rumo da economia verde, porque tem uma base florestal gigantesca. Ele pode atrair muitos recursos, muitos investimentos, porque o mundo precisa ser reflorestado para capturar carbono.”, explica Xavier. Ele acrescenta que nosso país tem uma matriz energética muito limpa, com grande possibilidade de geração de energia solar e produção de biocombustíveis. Assim, é um novo programa de desenvolvimento verde com, inclusive, novos projetos, como o hidrogênio verde. A Europa está precisando dessas fontes de energia e investindo bastante nelas. Assim, o Brasil pode ser um grande produtor. OS ESTADOS BRASILEIROS NA PROTEÇÃO DO CLIMA As ações de enfrentamento às mudanças climáticas devem ser tomadas por todos: cidadãos comuns entidades e governos. Porém quais atos têm ocorrido, nos parlamentos, para o combate às alterações do clima? Há coalizões sendo feitas para ganhar força neste confronto? Primeiramente, uma coalizão consiste num acordo entre instituições para atingir um objetivo comum. Atualmente, as coalizões pelo clima são uma tendência mundial, uma vez que questões climáticas envolvem aspectos científicos, econômicos, sociais, ambientais, culturais. Como aponta Xavier, “é impossível enfrentar [as mudanças climáticas] sem fazer grandes coalizões, sem fazer grandes articulações com o setor empresarial, com academias, governos, ONGs… então existem várias coalizões no Brasil. O “Governadores Pelo Clima” é uma dessas coalizões, que integra vinte e cinco governadores de todos os partidos políticos. É uma coalizão suprapartidária, e também tem outras que estão atuando na Amazônia e em vários lugares, juntando empresas e diversos setores da sociedade.”. Outra medida em andamento é o “Race to Zero”, uma campanha global para correr contra o tempo, reduzindo as emissões de carbono. Assim, pode-se fazer a transição de uma economia de alto carbono, altamente poluidora, para uma economia que captura carbono, a economia para se descarbonizar o planeta. Xavier aponta que existe um conjunto de critérios, de metas a serem cumpridas, de compromisso, que alguns estados brasileiros já assinaram e outros estão analisando para participarem ativamente desse processo. Importante ressaltar que dezenove estados possuem planos de ação climática, de acordo com a Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (ABEMA) e Centro Brasil no Clima (CBC). Eles são: Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. NOVOS MODELOS ECONÔMICOS Com todo o debate acerca do papel ativo do ser humano no combate às mudanças climáticas, é importante a criação de novos modelos econômicos inclusivos e sustentáveis. O Amazônia 4.0 é um exemplo. Coordenado pelo cientista Carlos Nobre, a iniciativa visa desenvolver cadeias produtivas sustentáveis de produtos da floresta amazônica. Sérgio acrescenta que o CBC é integrante do Consórcio de Inovação Noronha Pelo Planeta e conta com patrocínio da empresa americana Ball Corporation (líder mundial de produção e reciclagem de latas de alumínio). Ele irá lançar na ilha de Fernando de Noronha, no dia 20/10/2021, o primeiro laboratório de economia circular do Brasil, com objetivo de desenvolver novos modelos de negócios carbono zero, inclusivos e replicáveis em larga escala. Todos os investimentos são privados. Também participam deste novo polo de inovação: Ambev, Novelis, Minalba, NeoEnergia (energia solar), Renault (com veículos elétricos) e Gol (que lançou este mês a primeira rota aérea carbono neutro do Brasil – Recife-Noronha-Recife). SERVIÇO 🔹 Live – Conferência do Clima COP 26 – Oportunidades para o Brasil e a para a Paraíba 🔹 Dia 19/10 – Terça-feira 🔹 15h – Horário de Brasília 🔹Transmissão pelo Facebook da Frente Parlamentar Ambientalista Nacional e pelo Facebook/Youtube da Frente Parlamentar Ambientalista da Paraíba. Facebook da Frente Parlamentar Ambientalista Nacional facebook.com/AmbientalFrente Facebook e Youtube da Frente Parlamentar Ambientalista da Paraíba https://web.facebook.com/AssembleiaPB https://www.youtube.com/user/LegislativoPB
- COP26: na próxima quarta, ambientalistas e parlamentares discutem as oportunidades para Brasil e o E
COP26: na próxima quarta, ambientalistas e parlamentares discutem as oportunidades para Brasil e o Espírito Santo Na próxima quarta-feira, dia 13/10, às 12h10, ocorrerá a Live “Conferência do Clima COP 26 – Oportunidades para o Brasil e o Espírito Santo”. Ela contará com a presença de especialistas em questões ambientais e de parlamentares da Frente Ambientalista nacional e do Espírito Santo. A transmissão acontecerá no Facebook da Frente Ambientalista Nacional e no Youtube da Assembleia Legislativa do Espírito Santo. O objetivo do evento é trazer as diversas esferas da sociedade para o debate, discutindo contribuições possíveis a todos os cidadãos, não apenas àqueles presentes nos círculos de discussões ambientais. Além disso, a live abordará quais seriam as ações necessárias para redução de riscos e oportunidades de adaptação quanto às mudanças climáticas. Mas... o que significa “adaptar” e “mitigar”? Segundo Sérgio Xavier, articulador político no Centro Brasil no Clima (CBC), mitigar é reduzir riscos, prevenindo-se contra as mudanças climáticas, reduzindo emissões e poluição. Já a adaptação diz respeito a uma atuação corretiva criando, por exemplo, construções mais resistentes a chuvas extremas. “É planejar as grandes cidades para absorver grandes quantidades de chuva [...] é realmente atuar já fazendo alterações práticas na infraestrutura para que as cidades e as comunidades humanas possam ter maior condição de enfrentar eventos extremos.”. A COP 26 E OS INTERESSES DO BRASIL NO EVENTO Como consta do título do debate, a COP26 é fio condutor dos assuntos presentes durante a live. Ela é uma Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas e está em sua 26ª edição. O evento ocorrerá em Glasgow, na Escócia, entre 31 de outubro e 12 de novembro de 2021 e reúne todos os países signatários da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, motivo pelo qual é chamada COP – Conferência das Partes. Sérgio a define como um encontro estratégico que visa diminuir as emissões de carbono, além de evitar o aquecimento do planeta e que ele tenha problemas muito graves de eventos extremos como chuva, inundação, elevação do nível do mar, derretimento de geleiras etc. E por que os brasileiros devem estar atentos a ele? “O Brasil tem um potencial muito grande de ter benefícios com investimentos no rumo da economia de baixo carbono, no rumo da economia verde, porque tem uma base florestal gigantesca. Ele pode atrair muitos recursos, muitos investimentos, porque o mundo precisa ser reflorestado para capturar carbono.”, explica Xavier. Ele acrescenta que nosso país tem uma matriz energética muito limpa, com grande possibilidade de geração de energia solar e produção de biocombustíveis. Assim, é um novo programa de desenvolvimento verde com, inclusive, novos projetos, como o hidrogênio verde. A Europa está precisando dessas fontes de energia e investindo bastante nelas. Assim, o Brasil pode ser um grande produtor. OS ESTADOS BRASILEIROS NA PROTEÇÃO DO CLIMA As ações de enfrentamento às mudanças climáticas devem ser tomadas por todos: cidadãos comuns entidades e governos. Porém quais atos têm ocorrido, nos parlamentos, para o combate às alterações do clima? Há coalizões sendo feitas para ganhar força neste confronto? Primeiramente, uma coalizão consiste num acordo entre instituições para atingir um objetivo comum. Atualmente, as coalizões pelo clima são uma tendência mundial, uma vez que questões climáticas envolvem aspectos científicos, econômicos, sociais, ambientais, culturais. Como aponta Xavier, “é impossível enfrentar [as mudanças climáticas] sem fazer grandes coalizões, sem fazer grandes articulações com o setor empresarial, com academias, governos, ONGs... então existem várias coalizões no Brasil. O “Governadores Pelo Clima” é uma dessas coalizões, que integra vinte e cinco governadores de todos os partidos políticos. É uma coalizão suprapartidária, e também tem outras que estão atuando na Amazônia e em vários lugares, juntando empresas e diversos setores da sociedade.”. Outra medida em andamento é o “Race to Zero”, uma campanha global para correr contra o tempo, reduzindo as emissões de carbono. Assim, pode-se fazer a transição de uma economia de alto carbono, altamente poluidora, para uma economia que captura carbono, a economia para se descarbonizar o planeta. Xavier aponta que existe um conjunto de critérios, de metas a serem cumpridas, de compromisso, que alguns estados brasileiros já assinaram e outros estão analisando para participarem ativamente desse processo. Importante ressaltar que dezenove estados possuem planos de ação climática, de acordo com a Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (ABEMA) e Centro Brasil no Clima (CBC). Eles são: Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. NOVOS MODELOS ECONÔMICOS Com todo o debate acerca do papel ativo do ser humano no combate às mudanças climáticas, é importante a criação de novos modelos econômicos inclusivos e sustentáveis. O Amazônia 4.0 é um exemplo. Coordenado pelo cientista Carlos Nobre, a iniciativa visa desenvolver cadeias produtivas sustentáveis de produtos da floresta amazônica. Sérgio acrescenta que o CBC é integrante do Consórcio de Inovação Noronha Pelo Planeta e conta com patrocínio da empresa americana Ball Corporation (líder mundial de produção e reciclagem de latas de alumínio). Ele irá lançar na ilha de Fernando de Noronha, no dia 20/10/2021, o primeiro laboratório de economia circular do Brasil, com objetivo de desenvolver novos modelos de negócios carbono zero, inclusivos e replicáveis em larga escala. Todos os investimentos são privados. Também participam deste novo polo de inovação: Ambev, Novelis, Minalba, NeoEnergia (energia solar), Renault (com veículos elétricos) e Gol (que lançou este mês a primeira rota aérea carbono neutro do Brasil - Recife-Noronha-Recife). SERVIÇO • Live - Conferência do Clima COP 26 – Oportunidades para o Brasil e a para o Espírito Santo • Dia 13/10 - Quarta-feira • 12h10 – Horário de Brasília • Transmissão pelo Facebook da Frente Parlamentar Ambientalista e pelo Youtube da Assembleia Legislativa do Espírito Santo.
- Frente Ambientalista promoveu live para apresentar resultado de estudo sobre Código Florestal e Mata
Frente Ambientalista promoveu live para apresentar resultado de estudo sobre Código Florestal e Mata Atlântica Na última quinta-feira (30/09) foi apresentado o estudo "O Código Florestal na Mata Atlântica”, fruto de parceria da Fundação SOS Mata Atlântica, GeoLab Esalq-USP, Imaflora e Observatório do Código Florestal. O evento se deu através de live transmitida pelos canais da Frente Ambientalista do Facebook e do Youtube e contou com quatro participantes: Gerd Sparovek, coordenador do GeoLab Esalq-USP; Fernanda Rodrigues, Secretária Executiva do Diálogo Florestal e Mário Mantovani, Advocacy da SOS Mata Atlântica e Luís Fernando Guedes Pinto, diretor de Conhecimento também da SOS Mata Atlântica. “Para a Mata Atlântica, a agenda é restauração. A gente ainda tem um problema grave de desmatamento e o Código Florestal é a grande política que vai puxar isso”, afirma Luís Fernando. O estudo avaliou como anda o cumprimento da Lei de Proteção da Vegetação Nativa (LPVN - novo Código Florestal, Lei no 12.651, de 2012) na Mata Atlântica. Seu objetivo é servir de ajuda na elaboração dos Programas Estaduais de Regularização Ambiental (PRAs), além de apoiar decisões de planejamento territorial que possam otimizar a sua implementação. Os participantes da live frisaram a importância e o impacto da restauração do plantio, desde seus benefícios para o clima, até na economia. Segundo Gerd Sparovek, toda restauração de reserva legal e das Áreas de Preservação Permanente (APPs) dos imóveis menores que 4 módulos fiscais podem ter fins econômicos. O professor afirmou que o investimento feito na preservação e restauração gera empregos, contribuindo para a movimentação financeira local. Já a Secretária Executiva, Fernanda Rodrigues, acrescentou que, além de ações por parte de parlamentares é importante a atuação de todas e todos para “tirar as ideias do papel”. “Para que a gente possa alavancar, então, a restauração no contexto da década das Nações Unidas de sobre restauração de ecossistemas, mas, principalmente, na urgência climática que nós vivemos, na escassez hídrica, para o bem-estar e desenvolvimento econômico... então a restauração tem benefícios de várias ordens e que nós precisamos, de fato, dar escala e fazer a restauração acontecer na prática.”
- Live: Código Florestal e os Déficits de Áreas de Preservação Permanente e Reserva Legal no Bioma da
Live: Código Florestal e os Déficits de Áreas de Preservação Permanente e Reserva Legal no Bioma da Mata Atlântica Nesta quinta (30/09), às 19h, acontece a apresentação do estudo "O Código Florestal na Mata Atlântica", uma parceria da Fundação SOS Mata Atlântica, GeoLab Esalq-USP, Imaflora e Observatório do Código Florestal. Ela será feita como live, pelos canais da Frente Ambientalista do Facebook e do Youtube. O estudo avaliou o cumprimento da Lei de Proteção da Vegetação Nativa (LPVN - novo Código Florestal, Lei no 12.651, de 2012) na Mata Atlântica, com o objetivo de auxiliar na elaboração dos Programas Estaduais de Regularização Ambiental (PRA), compromissos voluntários privados, investimentos públicos ou privados de incentivo e apoiar decisões de planejamento territorial que possam otimizar a sua implementação. A live contará com a participação de Luís Fernando Guedes Pinto, diretor de Conhecimento da SOS Mata Atlântica; Gerd Sparovek, coordenador do GeoLab Esalq-USP; Fernanda Rodrigues, Secretária Executiva do Diálogo Florestal e Mário Mantovani, Diretor da SOS Mata Atlântica. Data: 30/09 (quinta-feira) Hora: 19h Transmissão pelos canais da Frente no Facebook e no Youtube.
- COP26: nesta sexta, ambientalistas e parlamentares discutem as oportunidades para Brasil e o Ceará
ara o Brasil e o Ceará”. Ele contará com a presença de especialistas em questões ambientais e de parlamentares da Frente Ambientalista nacional e do Ceará. A transmissão acontecerá no Facebook da Frente Ambientalista Nacional e do Ceará. O objetivo do evento é trazer as diversas esferas da sociedade para o debate, discutindo contribuições possíveis a todos os cidadãos, não apenas àqueles presentes nos círculos de discussões ambientais. Além disso, a live abordará quais seriam as ações necessárias para mitigação e oportunidades de adaptação necessárias ao enfrentamento das mudanças climáticas. Mas... o que significa “adaptar” e “mitigar”? Segundo Sérgio Xavier, articulador político no Centro Brasil no Clima (CBC), mitigar é reduzir riscos, prevenindo-se contra as mudanças climáticas, reduzindo emissões e poluição. Já a adaptação diz respeito a uma atuação corretiva criando, por exemplo, construções mais resistentes a chuvas extremas. “É planejar as grandes cidades para absorver grandes quantidades de chuva [...] é realmente atuar já fazendo alterações práticas na infraestrutura para que as cidades e as comunidades humanas possam ter maior condição de enfrentar eventos extremos.”. A COP 26 E OS INTERESSES DO BRASIL NO EVENTO Como consta do título do debate, a COP26 é fio condutor dos assuntos presentes durante a live. Ela é uma Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas e está em sua 26ª edição. O evento ocorrerá em Glasgow, na Escócia, entre 31 de outubro e 12 de novembro de 2021 e reúne todos os países signatários da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, motivo pelo qual é chamada COP – Conferência das Partes. Sérgio a define como um encontro estratégico que visa diminuir as emissões de carbono, além de evitar o aquecimento do planeta e que ele tenha problemas muito graves de eventos extremos como chuva, inundação, elevação do nível do mar, derretimento de geleiras etc. E por que os brasileiros devem estar atentos a ele? “O Brasil tem um potencial muito grande de ter benefícios com investimentos no rumo da economia de baixo carbono, no rumo da economia verde, porque tem uma base florestal gigantesca. Ele pode atrair muitos recursos, muitos investimentos, porque o mundo precisa ser reflorestado para capturar carbono.”, explica Xavier. Ele acrescenta que nosso país tem uma matriz energética muito limpa, com grande possibilidade de geração de energia solar e produção de biocombustíveis. Assim, é um novo programa de desenvolvimento verde com, inclusive, novos projetos, como o hidrogênio verde. A Europa está precisando dessas fontes de energia e investindo bastante nelas. Assim, o Brasil pode ser um grande produtor. OS ESTADOS BRASILEIROS NA PROTEÇÃO DO CLIMA As ações de enfrentamento às mudanças climáticas devem ser tomadas por todos: cidadãos comuns entidades e governos. Porém quais atos têm ocorrido, nos parlamentos, para o combate às alterações do clima? Há coalizões sendo feitas para ganhar força neste confronto? Primeiramente, uma coalizão consiste num acordo entre instituições para atingir um objetivo comum. Atualmente, as coalizões pelo clima são uma tendência mundial, uma vez que questões climáticas envolvem aspectos científicos, econômicos, sociais, ambientais, culturais. Como aponta Xavier, “é impossível enfrentar [as mudanças climáticas] sem fazer grandes coalizões, sem fazer grandes articulações com o setor empresarial, com academias, governos, ONGs... então existem várias coalizões no Brasil. O “Governadores Pelo Clima” é uma dessas coalizões, que integra vinte e cinco governadores de todos os partidos políticos. É uma coalizão suprapartidária, e também tem outras que estão atuando na Amazônia e em vários lugares, juntando empresas e diversos setores da sociedade.”. Outra medida em andamento é o “Race to Zero”, uma campanha global para correr contra o tempo, reduzindo as emissões de carbono. Assim, pode-se fazer a transição de uma economia de alto carbono, altamente poluidora, para uma economia que captura carbono, a economia para se descarbonizar o planeta. Xavier aponta que existe um conjunto de critérios, de metas a serem cumpridas, de compromisso, que alguns estados brasileiros já assinaram e outros estão analisando para participarem ativamente desse processo. Importante ressaltar que dezenove estados possuem planos de ação climática, de acordo com a Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (ABEMA) e Centro Brasil no Clima (CBC). Eles são: Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. NOVOS MODELOS ECONÔMICOS Com todo o debate acerca do papel ativo do ser humano no combate às mudanças climáticas, é importante a criação de novos modelos econômicos inclusivos e sustentáveis. O Amazônia 4.0 é um exemplo. Coordenado pelo cientista Carlos Nobre, a iniciativa visa desenvolver cadeias produtivas sustentáveis de produtos da floresta amazônica. Sérgio acrescenta que o CBC é integrante do Consórcio de Inovação Noronha Pelo Planeta e conta com patrocínio da empresa americana Ball Corporation (líder mundial de produção e reciclagem de latas de alumínio). Ele irá lançar na ilha de Fernando de Noronha, no dia 20/10/2021, o primeiro laboratório de economia circular do Brasil, com objetivo de desenvolver novos modelos de negócios carbono zero, inclusivos e replicáveis em larga escala. Todos os investimentos são privados. Também participam deste novo polo de inovação: Ambev, Novelis, Minalba, NeoEnergia (energia solar), Renault (com veículos elétricos) e Gol (que lançou este mês a primeira rota aérea carbono neutro do Brasil - Recife-Noronha-Recife). SERVIÇO • Live - Conferência do Clima COP 26 – Oportunidades para o Brasil e a para o Ceará • Dia 01/10 - Sexta-feira • 14h – Horário de Brasília • Transmissão pelo Facebook da Frente Parlamentar Ambientalista Nacional e da Frente Ambientalista do Ceará.
- Sessão de Debates Temáticos Plenário do Senado Federal
Presidente do Senado Federal Senador Rodrigo Pacheco e Senador Fabiano Contarato Coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista do Senado Federal, Convidam a debater Perspectivas Para a Política de Mudanças do Clima do Brasil: ☑️ Avaliações das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDC) ☑️ Perspectivas do Mercado de Carbono 🗓️ Data: 09/08/2021 🕛 Horário: Às 14hs 🌐 Local: Plenário Virtual do Senado Federal: https://www25.senado.leg.br/web/atividade/sessao-plenaria/-/pauta/24630 👥 Foram Convidados: ▪️ Ane Alencar Diretora de Ciência no Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia - IPAM ▪️ Caroline Prolo Advogada especialista em Direito das Mudanças Climáticas, Fundadora da LACLIMA e Sócia do Stocche Forbes Advogados ▪️ Fernanda Viana de Carvalho Responsável pela área de Global Policy do WWF-Brasil ▪️ Joaquim Belo Presidente do Conselho Nacional das Populações Extrativistas - CNS ▪️ Marcelo Rocha Ativista no Fridays For Future Brasil ▪️ Marina Grossi Presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável - CEBDS ▪️ Mônica Sodré Diretora-Executiva da Rede de Ação Política Pela Sustentabilidade - RAPS ▪️ Natalie Unterstell Diretora do Instituto Talanoa; Raquel Biderman, Advogada e co-facilitadora da Coalizão Brasil, Clima, Florestas e Agricultura ▪️ Davi Bomtempo Gerente-Executivo de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Confederação Nacional da Indústria - CNI ▪️ Ronaldo Seroa da Motta Professor de Economia do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ ▪️ Gonzalo Visedo Head de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento - SNIC ▪️ Suely Araújo Especialista Sênior em Políticas Públicas da Organização Observatório do Clima ▪️ Raquel Biderman Advogada e co-facilitadora da Coalizão Brasil, Clima, Florestas e Agricultura Os cidadãos podem participar da Sessão Remota de Debates Temáticos através do endereço: www.senado.leg.br/ecidadania É esse serviço que propicia que as pessoas entrem na audiência – ou também pelo telefone 0800- 061 22 11.
- COP 15 DA BIODIVERSIDADE
🔴 Transmissão Ao Vivo Data: 05/08/2021 Horário: Às 19h Quinta-Feira ⭕ Nas Redes Sociais da Frente Parlamentar Ambientalista YouTube: ⤵️ https://youtu.be/EGgtJn9Bfa4 Facebook: ⤵️ https://www.facebook.com/frenteparlamentarambientalista/live/ Foram Convidados: ▪️Bráulio Dias Ex-secretário executivo da Convenção de Diversidade Biológica CDB. ▪️ Nurit Bensusan Pesquisadora, Ecóloga e Coordenadora do Tema Biodiversidade do Instituto Socioambiental (ISA) ▪️ Paulo Moutinho Cientista Sênior, Co-fundador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) ▪️Beatrice Padovani Professora, Doutora, Pesquisadora, Bióloga pioneira em Conservação da Vida Marinha no Brasil ▪️Fabio Roque Professor de Ecologia e Conservação da UFMS, Secretário-Executivo do Programa Biota/MS. 🌿 Sua participação é fundamental.
- O Agrotóxico está na mesa
A Frente Parlamentar Ambientalista do Congresso Nacional e a Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida realizarão um Webinar na próxima quinta-feira (08/07), às 18h, para debater o Agrotóxico na alimentação que chega na mesa dos Brasileiros. ⏹️ Para falar sobre o assunto, foram convidados: ▪️ Kelli Mafort Coordenação Nacional do MST. Pedagoga, mestre e doutora em Ciências Sociais. Assentada da reforma agrária ▪️ Rogério Dias Engenheiro Agrônomo e presidente do Instituto Brasil Orgânico ▪️ Juliana Acosta Representante da Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida ▪️ Marquito Coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista dos Vereadores do Brasil Vereador de Florianópolis/SC ▪️ Wanderlei Pignati Médico sanitarista, mestre em saúde e ambiente e doutor em saúde pública pela FIOCRUZ. Pesquisador dos impactos do agronegócio na saúde e no ambiente. Membro da ABRASCO. ⏹️ Confirmaram presença também: ▪️ Deputado Federal Rodrigo Agostinho (PSB/SP) Coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista do Congresso Nacional ▪️ Deputado Federal Nilto Tatto (PT/SP) Coordenador da Frente Parlamentar em Defesa dos ODSs ▪️ Senador Fabiano Contarato (REDE/ES) Coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista do Senado Federal Quer ficar por dentro de tudo? Então anote aí! 😉 ⭕ WEBINAR AGROTÓXICOS "O VENENO ESTÁ NA MESA" 🗓️ Data: 08/07 (quinta-feira) 🕐 Horário: 18h 🔴 Transmissão: ↪️ Facebook ↪️ YouTube Contamos com a sua participação, Não perca !











