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Comissão de Meio Ambiente debate Bioeconomia


A Comissão de Meio Ambiente (CMA) promoveu uma audiência pública para debater as conclusões do “Grupo de Trabalho Bioeconomia” do Fórum da Geração Ecológica, lançado em 2021 pelo senador Jaques Wagner (PT-BA). O objetivo é elaborar Plano Nacional de Desenvolvimento Sustentável. O pedido para a realização da sessão é de autoria da presidente da comissão, senadora Leila Barros (PDT-DF).


Transcrição

AUDIÊNCIA PÚBLICA PROMOVIDA PELA COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE DEBATE BIOECONOMIA. FORAM ANALISADAS AS CONCLUSÕES DO GRUPO DE TRABALHO DO FÓRUM DA GERAÇÃO ECOLÓGICA SOBRE O TEMA. REPÓRTER GABRIELA PEREIRA.


A audiência pública promovida pela Comissão de Meio Ambiente para discutir as conclusões do Grupo de Trabalho Bioeconomia do Fórum da Geração Ecológica e os projetos de lei apresentados pela CMA como resultado dos trabalhos, atendeu a um pedido da presidente do colegiado, senadora Leila Barros, do PDT do Distrito Federal. A parlamentar pontuou a necessidade de debater a bioeconomia.


Em um mundo cada vez mais consciente dos desafios ambientais que enfrentamos, a bioeconomia se apresenta como uma abordagem inovadora e promissora para conciliar o desenvolvimento econômico com a sustentabilidade ambiental. A bioeconomia se baseia no uso sustentável dos recursos biológicos, na valorização da biodiversidade e na adoção de práticas e tecnologias que promovam a transição para uma economia de baixo carbono.


O Fórum da Geração Ecológica é uma iniciativa do senador Jaques Wagner, do PT da Bahia, que entrou em vigor em 2021, ano em que o parlamentar presidiu a CMA. O grupo tem o objetivo de fomentar a pesquisa nas áreas do meio ambiente em universidades e empresas, além de estabelecer meios para o desenvolvimento do Plano Nacional de Desenvolvimento Sustentável. A secretária Nacional de Bioeconomia do Ministério do Meio Ambiente, Carina Pimenta, falou sobre as ações do governo na elaboração de políticas públicas para incentivar a bioeconomia.


É o meio ambiente passa a se inserir muito mais claramente dentro das estratégias de desenvolvimento econômico. Isso traz para a gente fronteiras paradigmáticas de conhecimento, de ação e de inovação nas políticas públicas para que a gente possa conduzir políticas públicas existentes em direção a esse novo movimento, né? Onde a economia se insere como uma das tendências ou um dos caminhos de desenvolvimento econômico para o país. Nós estamos trabalhando, enquanto o governo federal, dentro de um guarda-chuva amplo chamado de transformação ecológica, que olha para vários temas, dentro dos quais a bioeconomia é um dos caminhos.


A Gerente Sênior de Sustentabilidade da Natura&Co e Latam, Priscila Matta, falou sobre a importância do debate sobre economia verde.


Que as oportunidades relacionadas a bioeconomia da sóciobiodiversidade elas não estão limitadas a um setor, há uma indústria ou a uma marca, mas constitui um desafio cuja solução passa pelo desenho de uma nova economia. Então é isso que a gente está discutindo aqui, essa nova economia. Para isso, a gente precisa fazer esse debate, porque a gente precisa gerar uma transformação na sociedade rumo a uma economia verde que ali a conservação, geração de renda, regeneração e emprego, e, obviamente, o desenvolvimento do país.


O relatório final do Fórum da Geração Ecológica foi aprovado em 2022 e faz mais de 30 sugestões sobre formas de proteger a biodiversidade do país, entre elas, investimento para o hidrogênio verde e um projeto de lei para incluir a criação de cinturões verdes na Lei de Pagamentos por Serviços Ambientais. Sob a supervisão de Rodrigo Resende, da Rádio Senado, Gabriela Pereira.


Fonte: Senado

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